segunda-feira, 11 de outubro de 2010

MEU GRANDE AMIGO-BREVEMENTE MEU MÉDICO PREFERIDO



"Você escolheu os plantões, porque sabe que o escuro da noite amedronta os enfermos. Escolheu estar presente na dor porque já esteve muito perto do sofrimento. Escolheu servir ao próximo porque sabe que todos nós um dia precisamos de ajuda. Escolheu o branco porque quer transmitir a paz. Escolheu estudar madrugadas inteiras porque não pode se dar o luxo de errar. Escolheu ser MÉDICO porque ama e respeita a vida"
Lembrei muito de você ao ler isto.
Saudades; amigo!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

PRECE DO PROFISSIONAL DE SAÚDE DA FAMÍLIA



VOCAÇÃO PARA QUEM TEM A OUSADIA DE ATENDER DO BERÇO AO TÚMULO.




Senhor!
Neste dia e em todos os outros
Quero te pedir
Dê-me mais humildade
Não aquela dos discursos
Mas a que faz bem a comunidade
Ao conosco lidar

Dê-me mais compromisso
Dê-me mais coragem
Dê-me mais ãnimo
Dê-me mais soluções
Dê-me menos cansaço
Dê-me mais desejos
Dê-me mais verdades
Dê-me mais certezas
Dê-me menos amarguras
Dê-me mais poder de convencimento
Dê-me mais opções


Dê-me mais urgência
Porque a fome não espera
E ensinar a pescar
De barriga vazia não se consegue,
Aprender nem ensinar
Depois da fome saciada
Há ânimo dobrado
E certamente o ensinamento
É muito mais aproveitado

Dê-me mais coração
Mas,aquele que dá ordens
Para deixar de lado a razão
Para aos necessitados socorrer
E conseguir convencer
“que é preciso saber viver”
Dê-me mais silêncio
Aquele que se faz presente
Quando é necessário pra gente
Pra poder a alma ouvir
E deixá-la desabafar
Sem interromper ou obrigá-la a calar
Para falar de nossas convicções



Se não puder ,Senhor
Não tem problema
Eu consigo enfrentar a dor
De ver a minha impotência
Mas a única coisa que exijo
Se assim O permitir
É que não tire nunca
O meu desejo de ajudar

Deixe-meguerreira
Lutadora,racional,gente
Mulher,mãe,filha,neta
Amiga ,paciente,médica
Enfermeira,auxiliar
Deixe-me como sou
Errando,acertando,corrigindo
Liberta,adulta,criança
Deixe-me corajosa,humana
Sensível,chorona,forte
Deixe-me assim igual a todos
Porque só assim me faço aceitar
Pelas pessoas que estão lá
Dentro do meu território
Dentro de mim
Pois, as vezes me confundo
Será que eu sou eles?
Ou será que eles são eu?

(SONIA MARANHÃO/STELLA DIAS)

sábado, 18 de setembro de 2010

MINHA TERAPIA -COSTURANDO PANOS E SONHOS




Boa tarde!!!!!!!!!
Navegando pela net encontrei um blog que me emocionou muito; por várias razões.
-A gentileza e o carisma da autora; sempre com uma palavra de carinho para todos(coisa dificil hoje em dia)
-E a imagem desta máquina; que lembra a máquina de minha avó que era toda enfeitada(bateu uma saudade danada); como hoje costurar é minha terapia predileta pedi licença a Renata para postar aqui.O blog dela é:
http://looklegal.blogspot.com
Parabéns; mais uma vez menina bonita!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DR DRAUZIO VARELLA NO FANTÁSTICO (parte II)

Sujando a imagem da pesquisa brasileira

Nas duas últimas décadas, o Brasil tem se esforçado para desenvolver pesquisas
farmacêuticas na área de fitoterápicos, à revelia de qualquer apoio público de
pesquisa científica. Não se pode esquecer que países europeus, como a Alemanha,
saíram na frente com medicamentos nascidos de plantinhas de nossas florestas.
Por lá, parece mais fácil entender que manter acesas linhas de pesquisas em
fármacos e medicamentos faz parte de um plano de soberania. Por aqui, vivemos de
pastos e manadas, apenas.

Houve um momento recente na História do país que os órgãos envolvidos em
subvencionar, aprovar e patentear o resultado das pesquisas brasileiras em
fármacos e medicamentos fitoterápicos, simplesmente, faziam-se de esquecidos e
desinteressados, rigorosos a ponto de nem mesmo aceitar estudos realizados por
universidades federais. Isso um dia tem de ser contado de forma mais
transparente, citando os impedidores e seus chefes como desarticuladores da
indústria farmacêutica nacional, por um lado, desorganizadores da pesquisa nas
universidades e fundações a partir de plantas de nossas florestas, por outro
lado. E, enfim, como inibidores da soberania nacional em área que não deveríamos
descuidar nem por um segundo.

Fazer o quê, se as vozes escutadas são sempre a de falsos profetas e doutos
generalistas que, uma vez na mídia, ocupam-se do lugar de autoridade e aí, adeus
anos, décadas de esforços, ações, pesquisas. Suja a imagem da pesquisa nacional
e se refestela ao chamar todos de conspiradores. De forma clara, refiro-me aos
comentários impertinentes e desavisados que o médico oncologista Drauzio Varella
- autor e apresentador de sucesso, por seus livros, artigos na imprensa e
participações no programa dominical Fantástico – costuma fazer sobre
medicamentos fitoterápicos.

Estou certo que para levar a cabo seus comentários, deveria consultar alguns
colegas que há muito tempo somam esforços para fazer valer a importância do que
há em nossas matas e o resultado científico disso como fármacos e medicamentos.
Ao consultar alguns deles, percebi que o médico Drauzio Varella tira conclusões
próprias e apressadas. Ou, muito provavelmente, faz consultas a pessoas que
jamais tiveram sensibilidade com as pesquisas brasileiras com fitoterápicos.

O resultado pode-se ver, também, na série É bom para quê?, que estréia neste
domingo, dia 29, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50, e que terá
quatro episódios, e na entrevista ao site da revista Época, na coluna da
jornalista Cristiane Segatto, publicada no dia 13 de agosto, acentuada de que
fez “ampla investigação sobre ervas e fitoterápicos”, “levantou evidências
científicas relacionadas às ervas mais usadas no Brasil” e mergulhou “no mundo
obscuro dos fitoterápicos”. Ao final de sua série e de sua entrevista, qualquer
um pode se perguntar a quem ele se prestou defender com vastas observações
aleatórias e imprecisas. Todavia, concluiu que “os brasileiros estão sendo
enganados”. Vamos, então, viajar em algumas destas surpreendentes afirmações do
médico Drauzio Varella.

O médico diz que o Ministério da Saúde criou uma medicina para pobres ao incluir
oito medicamentos fitoterápicos em sua cesta de distribuição pelo SUS. “ (...)
plantas que não têm atividade demonstrada cientificamente. Quando dizem que
determinada planta tem atividade isso significa que em tubo de ensaio ela
demonstrou ter determinada ação. Mas isso não basta. Para ter ação comprovada em
seres humanos, falta muita coisa”, disse Drauzio Varella. E fataliza que quer
mostrar que os fitoterápicos “têm de ser estudados. Têm de ser submetidos ao
mesmo escrutínio ao qual medicamentos comuns são submetidos. Essas coisas são
jogadas para o público sem passar por estudo nenhum”.

Ele se refere a: 1) Aroeira (Schinus terebinthifoliusRaddi), 2) Alcachofra
(Cynara scolymus L.), 3) Cáscara sagrada (Rhamnus purshiana D.C.), 4) Garra do
diabo (Harpagophytum procumbensD.C.), 5) Guaco (Mikania glomerata Spreng.), 6)
Soja (Glycine Max), 7) Unha de gato (Ficus pumila), 8) Espinheira-santa
(Maytenus ilicifolia). Para facilitar a vida de Dr. Varella, cito os estudos
relativos ao “Uso da Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) para Tratamento de
Infecções Vaginais” e “Tratamento da vaginose bacteriana com gel vaginal de
aroeira Schinus terebinthifolius Raddi KRONEL” (Luiz Carlos Santos e Melania
Maria Amorim, do Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP) / Centro de
Atenção à Mulher (CAM), referências no Brasil).

O médico Dráuzio Varella não sabe o que diz. Não sabe mesmo. Como se diz por aí,
não sabe da missa um terço. Não sabe os rigores da ANVISA, bem mais rigorosa na
aprovação de medicamentos que sua coirmã europeia e a americana. Se soubesse
disso, saberia que há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na
Europa e Estados Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses
registro no país, tampouco patenteá-los.

O argumento de que os fitomedicamentos não têm validade por estarem na ANVISA
registrados como alimentos é uma falácia, para não dizer ignorância do processo
histórico das pesquisas com fitoterápicos no Brasil e a luta travada com os
órgãos de registro. Para dar algum conhecimento a quem precisa de algum, a
maioria dos estudos brasileiros com fitoterápicos, cumprindo todos os requisitos
internacionais de pesquisa clínica, são colocados em um fila interminável de
espera e exigências. Resta aos laboratórios, em parceria com centros de
pesquisas, recorrerem à intermediação da justiça para fazerem o medicamento
incluir-se em algum lugar de validade.

O Dr.Varella diz: “se eu tivesse autoridade [para proibir os fitoterápicos],
mandaria recolher do mercado todos os fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido
demonstrada cientificamente”. E adverte que, pensando assim, alguém dirá que ele
fala em nome dos grandes laboratórios. Sugere que - fora ele que imagina um
complô fitomedicaperigoso contra a saúde pública - quem pensar que ele pensa
assim faz parte de uma teoria da conspiração.

Não acho. Acho que Dr. Varella não sabe nada das pesquisas brasileiras sobre
fitoterápicos e é uma lástima que chegue a ele tanto dinheiro para maldizer os
esforços brasileiros de pesquisa, confundindo – valha-me, Deus! - medicamentos
com chazinhos. Seu desejo autoritário, contudo, para seu conhecimento, sempre se
manteve no país e, provavelmente, para seu conhecimento, é um dos fatores mais
atuantes para o entrave das pesquisas nacionais no aproveitamento das nossas
riquezas naturais.

São os “doutores” Varella brasileiros, que pensam - por ignorarem coisas como
Boas Práticas de Fabricação e Programas de Bioequivalência, em uso no país - que
não ajudam o Brasil a ter condições de produzir e patentear medicamentos a
partir de seu potencial. É o mesmo tipo que diz que tiraria do mercado esse ou
aquele medicamento, provavelmente, porque foi ao lugar errado para saber das
pesquisas com fitomedicamentos no país. Felizmente, o poder deles é bem
limitado. Felizmente e para nossa segurança.

O Dr. Varela está sendo no mínimo deseducado, além de mal informado, com uma
gama quase inumerável de mestres, doutores e pós-doutores nas áreas de química
de produtos naturais, farmacêuticos, químicos, médicos; de industriais sérios,
de centros de pesquisas sérios que há anos estão querendo trazer o Brasil para o
andar de cima.

Mas existe gente como o Dr. Varela querendo puxar o Brasil para o andar de
baixo.

Chega Dr. Varela, acorde, o Brasil mudou, o senhor também deve mudar com os que
querem ver o Brasil no andar de cima.
Quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Josimar Henrique é Presidente da Hebron Farmacêutica
- www.hebron.com.br e Diretor Temático de Assuntos Parlamentares da Associação
Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades -
ABIFINA - www.abifina.org.br.
E-mail: presidencia@hebron.com.br

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

DR DRAUZIO VARELLA NO FANTÁSTICO

DR DRAUZIO NO FANTÁSTICO

Boa noite!!!!!!!!!
Amigos; fiquei muito preocupada com as afirmações do médico que todos acreditam e que vem mudando sua postura a cada dia.
Fico triste ao ver um médico que vai lugares onde o indivíduo não tem nem água quanto mais remédio?
Será que aquela senhora que recebeu a pomada de graviola tão criticada pelo nosso querido dr; tinha outro pomada para passar em sua ferida?
Será que a preocupação do médico ao receitar o que ele tinha não serve como cura pelo ato de cuidar?
Precisamos parar de criticar e começar a levar soluções.
Que pena Dr Dráuzio !!!!!!!!!!!!!
Eu gostava de você!!!!!!!!!



RESPOSTA DO CENTRO DE PESQUISA A Embrapa Amazônia Oriental, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, vem trabalhando, ao longo dos seus 70 anos de história, na geração, adaptação e validação de conhecimentos e tecnologias, respeitando os saberes e tradições do povo brasileiro.
Como instituição de referência na pesquisa com Plantas Medicinais, a Unidade da Embrapa, sediada em Belém-Pará, possui uma linha de pesquisa que trata de recursos genéticos, com trabalhos científicos nas áreas de etnobotânica e biotecnologia voltados às plantas medicinais. Esses estudos envolvem a coleta de material genético e formação de bancos de germoplasma; caracterização fitoquímica de plantas; conservação in situ e ex situ; identificação botânica; e melhoramento genético.
O Horto de Plantas Medicinais da instituição é uma coleção de plantas (banco de germoplasma) utilizada para o desenvolvimento de pesquisas e transferência de tecnologias para preservar a variabilidade genética das plantas amazônicas; caracterizar as espécies de plantas; garantir a sua identificação correta; e assegurar seu cultivo e manipulação adequados por parte das comunidades amazônicas. Não se trata, portanto, de uma farmácia viva.
O trabalho coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental e apresentado ao médico Drauzio Varella, em Belém-PA, faz parte de projeto que envolve uma equipe multidisciplinar de médicos, engenheiros agrônomos, farmacêuticos, fisioterapeutas, biólogos e bioquímicos da Embrapa, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal de Lavras e Centro Universitário do Pará. Não há ideologia, o trabalho é pautado no conhecimento científico aliado ao conhecimento tradicional.
O engenheiro agrônomo citado na entrevista do médico possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras, Especialização em Biotecnologia de Plantas pela JICA-Japão e doutorado em Agronomia (Fitotecnia-Biotecnologia de Plantas) pela Universidade Federal de Lavras (MG), já tendo recebido três Prêmios Finep de Inovação Tecnológica em diferentes categorias. Tem larga experiência na área de Fitotecnia, Recursos Genéticos e Biotecnologia, com ênfase em Biologia Celular e Propagação de Plantas, atuando principalmente nos seguintes temas: micropropagação, plantas medicinais, cultura de tecidos vegetal e conservação genética. É professor do curso de doutorado em Agroecossistemas da Amazônia, da Universidade Federal Rural da Amazônia, do curso de especialização lato sensu Cultivo, Manejo e Manipulação de Plantas Medicinais da Universidade Federal de Lavras.
O pesquisador trabalha há 18 anos com plantas medicinais e, entre suas diversas publicações, lançou recentemente a obra "Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular", em parceria com a Universidade Federal de Lavras. A obra é uma reunião de informações científicas atuais, balizadas no conhecimento de várias áreas do conhecimento (medicina, fisioterapia, farmácia e bioquímica, biologia e agronomia), aliadas à sabedoria popular relacionada à tradição de agricultores, caboclos e índios da Amazônia.
As informações apresentadas ao médico Drauzio Varella por ocasião de sua vinda à sede da Embrapa em Belém, não se tratam portanto de informações sem pesquisa, sem conhecimento, sem ciência. Elas são fruto de um trabalho desenvolvido em uma das mais antigas instituições de pesquisa do Brasil, protagonista da produção de Ciência e Tecnologia em prol da sociedade brasileira.

Área de Comunicação Empresarial
Embrapa Amazônia Oriental
Contatos: (91) 3204-1152 / 9112-4688

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A SAÚDE TEM SECRETÁRIO



Dr ! sei que seu tempo é curto
E tem muitas coisas pra ver
Mas vou dizer algumas palavras
Só para o dr. entender

Sou da roça, lá do mato
Mas sempre tive curiosidade
Vendo coisas que poucos vêem
E apesar de minha idade
Gostaria de entender!

Fico com uma dó danada
Quando assisto na TV
Pessoas a reclamar
Do trabalho do senhor
Pois desde que lhe conheço
Tenta ,das pessoas aliviar a dor!

E ajuda aqui,conserta ali,autoriza acolá
E o povo todo o tempo a reclamar
Será que eles não entendem
Que a doença é do doente?
Que o doente é da família?
Que tem muito jeito
Dela não acontecer
É só ouvir, escutar e conselhos obedecer?
Bebeu?carro bate –brigou?machuca
Vai para o hospital.
Não alimentou direito?,não caminhou?
Pega hipertensão
Vai pro leito do hospital
E reclamar na frente da televisão

Dizer que não tem leito
E o secretário nada a fazer
Que tem que arranjar um jeito
Dos problemas resolver

Será que não passa na cabeça
Se a população ajudar
As coisas ficam mais fáceis
Para a saúde voltar

Mas acredito que; um dia
Ainda vejo algo acontecer
Pessoas como o senhor
Reconhecerem o seu empenho
Por isto ,conte comigo
Para ajudar a convencer
Que as coisas dependem da gente
Basta começar a aprender


Homenagem ao Dr. Anselmo Tozi (secretário da saúde do estado do Espírito Santo) homem de muita fibra com ideais invejáveis; metas resolutivas;mas entendendo que as metas precisam de qualidade no caminho para serem atingidas e trabalho incansável.

ESPÍRITO SANTO - PREOCUPAÇÕES -GESTÃO DE SAÚDE COM QUALIDADE


Hoje ao ler o jornal; vi uma reportagem muito preocupante...aliás tudo o que estamos vivenciando é relativamente assustador.
Li com mais preocupação ainda; as orientações para a população como realizar uma ação judicial quando suas indicações em saúde não forem satisfeitas.
Se analisarmos com mais realidade vemos que: a outra metade do jornal está com “DANTs” (Doenças e agravos não transmissíveis) como por exemplo: violência familiar; assaltos; acidentes etc....
Será que não dá pra enxergar que os leitos disponíveis estão ocupados por problemas que poderiam ser evitados?
Será que não é hora da população acordar e enxergar coisas que estão diante de seu nariz; que sem a ajuda dela não há como resolver estes problemas?

POVO EDUCADO É POVO SAUDÁVEL!!!!!!!!!!!!!!!!!